Estudiantes por la inclusión
Desde meados de 2020, ‘Estudiantes por la inclusión’ — um grupo muito diverso de estudantes do ensino médio de diferentes lugares da Espanha — tem realizado reuniões de trabalho com a intenção de construir umguia dirigido a outros estudantespara conseguir que suas escolas respondam à diversidade do alunado. O guia foi apresentado no dia 13/09/21 à Ministra da Educação e FP, Pilar Alegría, que ficou muito interessada pela proposta.
O texto, muito prático, já está publicado e disponível para qualquer estudante que queira tornar a sua escola mais acolhedora. Ou para outros membros da comunidade escolar que queiram ajudar os estudantes a desenvolver a sua própria voz para a transformação das suas escolas. Uma das iniciativas mais interessantes de Quererla es crearla.
Prêmio 'Youth Teams in Education Research'
‘Estudiantes por la inclusión’ foi premiado pela American Educational Research Association (Associação Americana de Pesquisa Educacional) para participar do seu próximo congresso, que será realizado em Chicago em abril de 2023. O grupo foi uma das 10 equipes de pesquisa de estudantes do ensino médio selecionadas de todo o mundo para participar deste importante congresso internacional.
“Em nome da American Educational Research Association (AERA), temos o prazer de informar que a sua equipe de pesquisa de estudantes do ensino médio foi selecionada para participar doPrograma de Equipes de Jovens em Pesquisa Educacionalda AERA no Congresso Anual de 2023 em Chicago. Esta iniciativa especial foi concebida para mostrar o trabalho de estudantes do ensino médio que utilizam ferramentas de pesquisa para responder a perguntas críticas sobre a educação e para cultivar o conhecimento e o interesse dos estudantes no campo da pesquisa educacional. O programa atraiu dezenas de propostas de equipes juvenis de todos os Estados Unidos e de todo o mundo. O comitê de seleção ficou impressionado com a qualidade da sua proposta e com a substância do trabalho que os estudantes pesquisadores da sua equipe estão realizando. Parabéns!”
Escrever para reivindicar o lugar no mundo
Os escritos de Antón Fontao vão além do diário de um adolescente. O que marcou a sua vida e, sobretudo, a sua passagem pela escola, foi o facto de ser uma pessoa nomeada pela deficiência e, a partir daí, ver violado o seu direito à aprendizagem, à participação e à convivência.
A escrita teve uma função terapêutica para Antón. Também lhe permitiu formar uma comunidade que lhe proporcionou a aceitação e a autoafirmação que no ambiente educativo lhe eram negadas. Por sua vez, essa comunidade recebeu valiosas aprendizagens ao ouvir a sua voz na primeira pessoa.
- À venda em Editorial Manelia
Prêmio 'World Down Syndrome'
No dia 31 de outubro de 2023 foram anunciados osWorld Down Syndrome Awards, organizados pelaDown Syndrome International, a organização internacional que reúne as associações de entidades de diferentes países nos 5 continentes. Os Prêmios Mundiais da Síndrome de Down são concedidos a projetos, conquistas ou práticas que melhoram a vida das pessoas com síndrome de Down. Foram mais de 200 nomeações de todo o mundo, e apenas 5 prêmios, dos quais um – o da categoria de Grupos de (auto)defesa da educação inclusiva – foi para ‘Estudiantes por la inclusión’, o grupo de estudantes promotor do movimento Quererla es crearla. Esta poderosa equipe de jovens, com seu caminhar tranquilo e sem pretensões, continua dando lições por todo o mundo. Apresentarão seu projeto e ações no dia 21 de março de 2024 na sede das Nações Unidas em Nova York.
Resultado da premiação: https://www.ds-int.org/world-down-syndrome-awards
“Estudiantes por la inclusión” têm impulsionado a educação inclusiva nas escolas secundárias, compartilhando histórias de estudantes, elaborando um guia sobre “Como tornar sua escola inclusiva” e defendendo a educação inclusiva perante o Governo e os meios de comunicação. Parabéns!
''Se nos separam desde pequenas na escola, a convivência é impossível''
Entrevista na Rádio Televisão Pública Basca com Indira Martínez de Ilarduya Preciado. Podcast disponível em https://eitb.eus/A_gYmPPA/
Estudiantes por la inclusión: "Não julgue um livro pela capa"
Cerimônia de entrega do World Down Syndrome Awards 2023, realizada em 22/03/2024 na Sede das Nações Unidas em Nova York.
"Agora sei que todas as pessoas são perfeitas tal como são"
Intervenção de Antón Fontao sobre os discursos de ódio no Parlamento da Galiza, convidado pela Campanha Mundial pela Educação.
Como tornar sua escola inclusiva
Fruto do trabalho intenso e prolongado do grupo ‘Estudiantes por la inclusión’ junto a uma equipe de pesquisadores e pesquisadoras da Universidad de Málaga, nasce o Guia ‘Como tornar sua escola inclusiva’.
A conformação tão diversa do grupo foi a chave para que as ideias que dele nasceram, filtradas através do debate sustentado ao longo do tempo, garantissem que o foco estivesse sempre na inclusão de todos os estudantes, sem nenhum tipo de restrição a esse todo. Seu trabalho é um enorme exemplo de que, quando falamos de educação inclusiva, Quererla es crearla.
O guia bebe de três grandes linhas de investigação amplamente desenvolvidas pelas Ciências da Educação e outras Ciências Sociais. Estas correntes de investigação e ação para fomentar a justiça social nas situações que afetam os e as jovens, foram combinadas e misturadas nestas páginas com a ideia de que sejam os próprios jovens quem lidere a mudança nas nossas escolas e institutos.
Você pode usar este guia...
Se você é estudante, porque o guia foi desenhado para você.
Se você é docente, apoiando seus estudantes com este guia.
Se você é família, promovendo o guia, divulgando-o e colaborando com o corpo discente para colocá-lo em prática.
Se você é membro de uma equipe diretiva, organizando uma assembleia em sua escola para convidar os estudantes a utilizá-la, e impulsionando a colaboração do corpo docente com os estudantes…
Se você se dedica à formação de professores, desenvolvendo práticas de aprendizagem-serviço para impulsionar os estudantes de escolas com o guia.
Se você desenvolve políticas educativas, difundindo o guia, gerando planos de formação que o utilizem, introduzindo-o em editais de inovação educacional.
Audiodescrição [AD]: Introdução do programa ‘Llegó la hora’, dirigido por Roberto López. Apresentação do Projeto ‘Estudiantes por la inclusión’.
(Música)
Roberto López - R.L.:— Chegou a hora. Hoje é quinta-feira, dia 23, e às quintas-feiras dedicamos um espaço neste tempo de televisão para falar de universidade. E, hoje, acompanham-me três investigadores, três amigos que vão contar-nos sobre um projeto que é muito, muito interessante.
À minha direita, Luz del Valle, que é investigadora do Departamento de Teoria e História da Educação e M.I.D.E. Olá, Luz, como estás?
Luz Mojtar - L.M.:— Olá, tudo bem, e você?
R.L.:— Bem, obrigado. O que é exatamente M.I.D.E.?
L.M.:— Métodos de Investigação e Diagnóstico em Educação.
R.L.:— Nossa, quanta coisa. Obrigada, Luz, por estar conosco. Também nos acompanha, à minha esquerda, María Teresa Rascón. É professora titular do
Departamento de Teoria e História da Educação e também M.I.D.E.
Teresa Rascón - T.R.:— Bom dia.
R.L.:— A história do M.I.D.E. nós já conhecemos. Como você está?
T.R.:—Bem, e você?
R.L.:— Bem, obrigado. Como vão as aulas, tudo bem?
T.R.:— Tudo bem por enquanto. Temos bons estudantes, não podemos reclamar. Há futuro e há esperança.
R.L.:— Sim, já sabemos, sabemos. Também nos acompanha Ignacio Calderón, que é professor titular do Departamento de Teoria e História da Educação, e também M.I.D.E. Nacho, tudo bem, como você está?
Nacho Calderón - N.C.:— Muito bem, repetimo-nos. Todos colegas do mesmo departamento.
R.L.:— Claro, porque no final todos vocês estão trabalhando no mesmo projeto.
N.C.:—Sim, todos trabalhamos no mesmo projeto. Há pessoas que são de outros departamentos e de outras faculdades, mas, sim, nós, os que estamos hoje representando o projeto, somos todos do mesmo departamento.
R.L.:— Um projeto, Luz, muito integral, porque vamos contar que estudantes, profissionais, famílias e pesquisadores se juntaram para analisar uma questão que nos importa muito: a inclusão na educação, nas escolas.
L.M.:— Exato.
R.L.:— Isso é, em essência, um pouco o objeto do vosso trabalho.
L.M.:— Sim, todos juntos, todos remando na mesma direção, para que a educação seja inclusiva, igual para todo mundo.
R.L.:— Que todos entendam: na sala de aula cabem todos. Atenção, porque o seu projeto, e acredito que você seja uma das impulsionadoras, foi premiado mundialmente pelo projeto “Estudiantes por la inclusión”.
L.M.:—Sim, bom, “Estudiantes por la inclusión” faz parte de um projeto maior que, a partir da universidade, é “narrativa emergente”, mas que é “Quererla es crearla”. Esse conjunto de pessoas de quem você falava no início.
R.L.:— Uma iniciativa que recebeu o World Down Syndrome Award 2023, um prêmio pelo vosso estudo, não pelo vosso trabalho. Como foi recebido pela equipe?
L.M.:— Pois com muitíssima alegria, estamos super orgulhosos. Creio que estão sendo mostradas imagens dos estudantes, que receberam o prêmio. Imagine, estamos super orgulhosos por eles, pelo trabalho que realizaram e por nós, como equipe profissional que os acompanha e facilita que isto seja possível.
R.L.:—Nacho, conte-me, em que consiste este projeto premiado, por favor?
N.C.:— Bem, o projeto premiado chama-se “Estudiantes por la inclusión” e é um grupo muito diverso de estudantes que convocamos há alguns anos para elaborar um guia que nos tinha sido encomendado pelo Ministério. O guia é um guia de estudantes, construído por esses estudantes, que trabalharam ao longo de mais de um ano de reuniões periódicas nas quais ajudavam outros estudantes a tornar as suas escolas mais inclusivas. Ou seja, é o próprio alunado que assume o protagonismo e decide sair ao encontro, digamos, para tornar as escolas mais inclusivas e não esperar que sejam os docentes ou as famílias quem o faça.
E a partir desse início, que é fazer um guia, estes estudantes têm vindo a formar o corpo docente, a realizar imensas conferências, a participar num documentário. Enfim.
R.L.:— Os próprios estudantes?
N.C.:— Os próprios estudantes formando docentes. Sim, sim.
R.L.:—Estudantes, além disso, com diversidade. Ou seja, pessoas muito diferentes.
T.R.:— Todos nós temos um grupo muito, muito diverso. Estudantes com deficiência, com identidade sexual distinta, de gênero diferente, com desempenho acadêmico muito variado, raça, etnia…, enfim, é um grupo muito, muito diverso, mas eles se encaixaram perfeitamente. Ou seja, no grupo, em nenhum momento se fala dessas categorias.
R.L.:— Sim, que bom. São todos estudantes, juntos, conversando. Porque leio que falaram sobre suas experiências, no que diz respeito à questão da inclusão, inclusive relatando suas histórias de vida. Ali começa uma espécie de laboratório de ideias. Começam a falar, a chegar a conclusões, e são eles que depois estão reeducando os outros.
L.M.:—Sim, é muito curioso, o grupo é formado por pessoas que não se conheciam. De antemão, não se conheciam, algum tinha algum contato muito esporádico porque havia duas mães que se conheciam, mas o grupo era de desconhecidos e muito, muito diverso, como diz minha colega. Mas, ao contar sua experiência e compartilhá-la com os outros, percebiam que tinham muitas coisas em comum, que compartilhavam experiências parecidas. E criou-se um grupo que são amigos.
R.L.:— Quantos anos têm estes meninos e meninas?
L.M.:— O mais novo tinha 14 anos, que, agora, já tem 15. Mas desde os 14 anos, mais ou menos, do ensino secundário, até aos 20.
R.L.:—E vocês reúnem este grupo e o que é que vocês fazem? Suponho que tutelar, acompanhar, e tirar também conclusões, não é?
N.C.:— Bem, o projeto, tanto com os estudantes quanto com outros coletivos, como por exemplo famílias ou profissionais, o que faz é dar sustentação teórica, sustentação científica, aos saberes dessas pessoas que, em grande medida, ainda não são muito valorizados na escola. E sabemos que é, precisamente, pelo reconhecimento desses saberes, do valor desses saberes, que as escolas podem progredir para serem mais inclusivas, para que todo mundo caiba nelas.
Nós o que fazemos é facilitar que isso aconteça e dar sustentação científica a esse trabalho, que eles vão fazendo e construindo: uma ciência cidadã, que as crianças e as famílias fazem e que não é nem ingênua nem pouco útil. De fato, nas imagens está sendo visto outro prêmio internacional anterior que receberam da maior associação científica do mundo. Receberam em Chicago no início do ano.
R.L.:— Que bom. Estamos vendo as imagens do grupo de rapazes e moças que vocês formaram. Esses 16 estudantes com uma grande diversidade interna, que tratam de suas experiências e contam suas histórias de vida. Que chegam a conclusões e expõem tudo isso em congressos, oficinas, meios de comunicação, redes sociais.
T.R.:— No Ministério, também, estão formando professores, oferecendo cursos de formação para professores.
R.L.:—Meu Deus.
L.M.:— Na segunda-feira, precisamente, têm um na Galiza
R.L.:— Eu adoraria falar com eles. Não sei se poderíamos fazer isso algum dia.
L.M.:—Quando quiser.
R.L.:— Que interessante. Note que fazemos anos e anos falando com departamentos e pesquisadores, e não sei se algo parecido tinha sido feito. Pelo menos no contexto andaluz, não é? Não sei.
L.M.:— Nós não temos conhecimento do que você diz, do contexto andaluz. É verdade que, fora da Espanha, conhecemos estudantes. Estas imagens que foram divulgadas foram de um congresso em Chicago no qual havia outros grupos de estudantes. Premiaram 10 grupos de estudantes de todo o mundo, mas de grupos próximos também não temos conhecimento de nenhum movimento parecido.
R.L.:—E por isso vocês receberam ou eles receberam o Prêmio Mundial Síndrome de Down, mas, claro, o que é preciso deixar claro é que não se fala apenas da síndrome de Down, mas que se trata de qualquer tema que tenha a ver com qualquer um de nós.
T.R.:— Exatamente. Desta vez, este foi o motivo do prêmio, mas, como bem disse o Nacho, no ano passado ganharam outro de educação inclusiva. Ou seja, aqui no grupo não há espaço, como eu te dizia, para esses rótulos. Em todo momento é um grupo de jovens ativistas que estão lutando para transformar a educação e convertê-la em uma educação inclusiva.
R.L.:— É a isso que me refiro e abro o debate. Pode, realmente, e deve, realmente, a educação ser inclusiva? Por favor, iluminem-me.
N.C.:—Pode e deve, porque é moralmente necessário e tem de ser porque é legalmente obrigatório. Na verdade, ainda existe todo um debate, lamentavelmente, o do Sim ou Não à educação inclusiva, mas esse debate já deveria ter sido superado, porque há um monte de evidências científicas internacionais das últimas décadas que dizem que a educação inclusiva é, não apenas melhor moralmente. É um mandato legal e moral que nós, educadores e educadoras, temos e, além disso, é cientificamente mais eficaz do que a educação segregada. Portanto, esse debate, na verdade, deveria desaparecer.
Tem que ser inclusiva. Agora, a pergunta será como fazemos isso. Aí sim há
muito sobre o que falar e debater.
R.L.:— Ah, claro. Eu sou pai de meninas que frequentaram a escola e, às vezes, encontramos outros pais e mães que, na porta da escola, fazem comentários do tipo "todos sabemos que esta criança não deveria estar na sala de aula porque trava o crescimento e a educação do resto do grupo". E, no entanto, vocês dizem "não, é exatamente o contrário".
T.R.:—Nós dizemos isso e a evidência científica internacional também diz. Ou seja, todos os estudos científicos indicam que não há evidência de que a presença de crianças diversas na sala de aula afete o desempenho acadêmico nem, logicamente, o desenvolvimento social; pelo contrário, é benéfico.
R.L.:— E como fazemos isso, bem.
N.C.:— Esse é o debate. Eu estava pensando, enquanto Teresa falava, que sabemos que sociedades inclusivas não acontecem se não for porque socializamos juntos e aprendemos juntos. Ou seja, falar de sociedades inclusivas sem
que as escolas sejam realmente inclusivas não vai acontecer, não acontece. Esperamos que isso ocorra por mediação das empresas? Qual é o espaço onde as crianças podem aprender a reconhecer o valor da outra pessoa sem que seja um valor mediado pelo econômico? Não há espaço melhor que a escola.
R.L.:— Além disso, as crianças, nesse aspecto, é como se tivessem isso claríssimo. Verdade, Luz? O que tem na sua turma? Colegas. Elas não se perguntam se um é de uma cor, se outro tem... Não, isso elas já trazem de série. Somos nós, depois, que nos confundimos.
L.M.:—Não há dúvida. Indira é a menina de rosa que aparece nas imagens. Eu tenho uma filha pequena. Quando celebraram o dia da síndrome de Down, minha filha disse na escola que não conhecia ninguém com síndrome de Down, e ela conhece perfeitamente a Indira porque ela já dormiu na minha casa. Então, onde está a diferença? Indira é mais uma menina. Indira é a Indira. Onde estão as diferenças? Aquelas que nós, os outros, criamos, porque as coisas precisam ter nomes, mas na convivência tudo se resolve melhor, e isso está comprovado.
R.L.:— Insisto na pergunta, como fazemos isso? Que conclusão tiramos? Para que os que estamos aqui e os que estão em casa vendo hoje a TV, este tempinho, se perguntem: o que posso fazer eu para que as escolas sejam mais inclusivas? E, portanto, a nossa sociedade.
N.C.:— Temos exemplos de escolas que estão avançando para serem mais inclusivas. Não se pode dizer «esta escola é inclusiva» da mesma maneira que não podemos dizer «esta escola é tão justa quanto poderia ser». Sempre podemos ser mais justos, sempre podemos ser mais inclusivos, mas há escolas que estão avançando e esses avanços partem, fundamentalmente, de colocar o diálogo e a participação em primeiro plano. Ou seja, que todas as pessoas possam falar e possam compreender o que está acontecendo na escola e possam decidir como transformá-la.Aqui, em Málaga, temos uma escola que tem avançado. Com a qual temos aprendido também, que tem avançado muito em seu processo de tornar-se mais inclusiva. E agora pretendemos colocar em marcha uma
rede de escolas também, aprendendo com essa, a partir de um guia que surgiu dessa escola. Essa escola tem desenvolvido um processo que se chama
«Investigação-Ação Participativa». Nele, as pessoas analisam para transformar as coisas e fazem isso através da participação. Esse processo foi documentado com um guia que ajuda outras escolas a desenvolverem seus próprios processos para se tornarem mais inclusivas.
R.L.:— Que bom, de verdade. Neste programa temos tempo para a universidade, mas sempre dedicamos um tempo na semana para falar de Educação. Falamos das crianças, dos professores da comunidade educativa e acho muito interessante tudo o que vocês estão propondo.
Para finalizar, quais são os próximos passos no projeto que vocês têm? Porque esta é apenas uma parte do que conversamos. Vocês terão que voltar para falar sobre todo o resto.
T.R.:—Como dissemos, este projeto foi finalizado, mas tivemos a sorte de o Ministério tê-lo renovado, então a ideia agora é continuar trabalhando e dar, inclusive, um enfoque mais internacional a este trabalho que estamos realizando com famílias, profissionais e estudantes.
Queremos ultrapassar fronteiras. De fato, estamos estabelecendo contatos com escolas da América Latina, porque a ideia é que isto se torne, como a Unesco já estabeleceu em seu tempo para a agenda 2030 no cumprimento desse objetivo da educação inclusiva, continuar trabalhando e envolvendo, sobretudo, escolas que, de verdade, acreditem neste projeto.
Você perguntava ao Nacho, como podemos fazer isso? Podemos fazer isso colocando famílias, docentes e estudantes para trabalhar. Informando sobre as práticas de sucesso que também estão ocorrendo em outras escolas. Com participação, diálogo.
R.L.:— Escolas inclusivas, um futuro melhor que, no final, é disso que se trata. Muito obrigado por vir e por nos contar sobre este projeto. Eu me interessei muito e espero que em casa vocês também tenham se interessado.
Ignacio Calderón, professor titular do Departamento de Teoria e História da
educação, obrigado por estar conosco.
Obrigado, Luz del Valle Mojtar, pesquisadora do Departamento de Teoria e História da Educação.
Obrigado, María Teresa Rascón, professora titular do Departamento de Teoria e História da Educação
Em uníssono:— Muito obrigada.
R.L.:—Obrigada a vocês. Seguimos em contato, eu adoraria continuar falando sobre este tema
L.M.:— Quando quiser falar com os estudantes, nós o trazemos para você.
R.L.:— Isso está feito. Agora, na saída, conversamos. Vocês falam com a produtora, marcamos uma data. Obrigado a todos e todas no tempo da universidade, nossa seção mais cultural.
Prêmio Cidade de Málaga à Educação 2024
Em 13/09/2024, Malena e Darío Calderón, membros de Estudiantes por la Inclusión, receberam o Prêmio Cidade de Málaga na categoria de Educação, das mãos do Prefeito de Málaga, Francisco de la Torre, e da Vereadora de Educação.
Audiodescrição [AD]:
Introdução dos Prêmios Cidade de Málaga, 2024. Francisco de la Torre Prados, prefeito de Málaga, faz sua aparição junto a outros vereadores da Corporação Municipal.
Após o prefeito, os premiados avançam entre o público em direção ao palco para receber seus prêmios.
(Música)
Jorge Gallardo:—
Chegou o momento do Prêmio Cidade de Málaga à Educação. E, neste caso, é concedido a Malena e Darío, dois irmãos de sobrenome Calderón Cano, estudantes do ensino médio dos institutos Jesús Marín e Torre Atalaya, reconhecidos recentemente, junto aos seus colegas do coletivo ‘Estudiantes por la Inclusión’, com um prêmio internacional na sede da ONU por seu ativismo em prol da educação inclusiva.
Audiodescrição [AD]:
Primeiro plano de Darío, sentado entre os participantes,
atento à apresentação.
Jorge Gallardo:—
O seu trabalho está focado na prevenção do isolamento e da solidão nas salas de aula. Vamos ver parte do trabalho deles.
(Música)
Audiodescrição [AD]:
Em uma tela gigante, ao ar livre, sucedem-se imagens do grupo ‘Estudiantes por la inclusión’ em atividades comuns, oficinas realizadas com familiares, equipes docentes e de pesquisa, recebendo em Chicago um prêmio da American Educational Research Association e na ONU, recebendo o Prêmio Mundial Síndrome de Down.
Em uma grande tela, são projetadas cenas do grupo ‘Estudiantes por la inclusión’ em atividades conjuntas, oficinas com familiares e colaborações com equipes docentes e pesquisadores. Também, a entrega de um prêmio da American Educational Research Association e da ONU (Prêmio Mundial Síndrome de Down).
Jorge Gallardo:—
Recebem o prêmio Malena e Darío Calderón Cano e quem entrega é o prefeito de Málaga e María de la Paz Flores Delgado, vereadora de Educação e de Fomento ao Emprego.
(Música)
Audiodescrição [AD]:
Francisco de la Torre, María de la Paz Flores, Darío e Malena Calderón levantam-se de seus assentos e caminham em direção à área de entrega de prêmios. Ao chegar, o prefeito entrega-lhes o prêmio e trocam brevemente palavras de agradecimento. Em seguida, posicionam-se um ao lado do outro para uma fotografia em grupo tirada por jornalistas.
Jorge Gallardo:—
Foto de família. Os irmãos agora vão ter que brigar… Não sei onde colocarão o prêmio, se no quarto da irmã, do irmão ou na sala. Suponho que na sala. Agora nos revelarão.
Audiodescrição [AD]:
Darío e Malena dirigem-se ao púlpito de apresentação, onde se encontra o mestre de cerimônias do evento, Jorge Gallardo.
Jorge Gallardo:—
Parabéns.
Audiodescrição [AD]:
Darío toma a palavra.
Darío Calderón:—
Boa noite. Em primeiro lugar, queremos agradecer por este prêmio, tanto da parte da minha irmã quanto da minha. Sinceramente, nós dois estamos muito gratos e jamais teríamos esperado que teríamos a oportunidade de estar aqui hoje.
Este prêmio é muito importante para nós e é uma honra recebê-lo como bons cidadãos de Málaga. Mas este prêmio, na verdade, sentimos que é de todas as pessoas do nosso grupo ‘Estudiantes por la inclusión’, já que sem elas nada disso poderia ter acontecido.
Por isso, é necessário agradecer aos nossos colegas que não estão presentes hoje: Alberto Sánchez, Antón Fontao, Carmen Manzano, Indira Martínez de Illarduya, Jorge Osa, Juan Estefan Marí-Mayans, Leo Osa, Mariama Samba, Martín Zabaleta, Pablo García, Patricia Fernández, Rafael Soto, Yasmina Ennadi e Zulaika Hadmed.
Com estas pessoas criamos o nosso projeto, que nos entusiasmou, com o qual tanto aprendemos e no qual todos demos a nossa contribuição para que as escolas valorizem a nossa diversidade e se comprometam com os nossos direitos.
Também queremos agradecer a Luz Mojtar, da Universidade de Málaga, e aos nossos pais, que nos têm apoiado em cada passo deste processo.
Audiodescrição [AD]:
Malena toma a palavra.
Malena Calderón:—
Hoje temos a honra de receber este prêmio, e pensamos que é um bom momento para compartilhar nossa preocupação com algumas injustiças que se mantêm ao longo dos anos.
Muitas crianças e jovens não são levados em conta em suas aulas. Alguns não podem aprender, porque o ritmo ou a forma de ensinar não mudam. Outros encontram-se sozinhos na escola e no instituto. Há pessoas também que são convidadas a ir embora ou diretamente são expulsas de
suas aulas e suas escolas para colocá-las em salas de aula especiais ou centros específicos.
Em muitos desses casos, eles conseguiram. É algo que continua acontecendo, também, com pessoas do nosso grupo, ‘Estudiantes por la inclusión’, e é algo injusto e ilegal. Nós denunciamos isso que está acontecendo em muitas escolas, e também o que nós, estudantes, não fazemos bem. Mas nos esforçamos para dar soluções para melhorar as condições dentro delas e para que ninguém se sinta excluído.
Isso é o que hoje é premiado, e nos enche de orgulho. Muito obrigado.
Vídeo legendado em espanhol e inglês. Programa completo, transmitido pelo Canal Málaga, disponível em este link.
Prêmio Cadena 'Ser de Álava' 2025
Em 31/03/2025, Indira Martínez de Ilardulla Preciado, membro de Estudiantes por la Inclusión, recebeu o Prêmio “Ser de Álava”, por seu ativismo por um sistema educativo inclusivo em uma gala realizada no Palacio Europa de Vitoria-Gasteiz.
Audiodescrição [AD]:
Um apresentador e uma apresentadora, no palco do Palacio Europa de Vitoria-Gasteiz.
Apresentador:—
Por sua luta por um sistema educativo inclusivo e sem segregação, um ativismo reconhecido com o Prêmio Mundial de Síndrome de Down das Nações Unidas em março de 2024.
Um vídeo é projetado em tela grande:—
Indira Martínez de Ilarduya, de Vitoria-Gasteiz, recebeu na sede da ONU em Nova York o Prêmio Mundial de Síndrome de Down. Ela o fez em nome de um grupo de estudantes do ensino médio chamado 'Estudiantes por la inclusión' que, em 2020, criou um guia para garantir que suas escolas respondam à diversidade do alunado. Indira quer mudar as coisas depois de ter se sentido afastada e sozinha em períodos de sua educação devido à sua síndrome de Down, para que nenhuma outra criança passe pelo mesmo. Para Indira, não é a síndrome de Down que causa problemas, mas sim as barreiras impostas pelas pessoas.
Apresentadora:—
Entrega o prêmio Ángel Garabieta, Diretor comercial do CaixaBank no País Basco...
Apresentador:—
E recebe o prêmio Indira Martínez de Ilarduya, acompanhada por sua mãe, Noemí Preciado. Por favor.
Olá a todos e a todas,
Hoje estou muito feliz, emociona-me que o trabalho dos 'Estudiantes por la inclusión' seja reconhecido aqui, na minha cidade.
Adoro a minha cidade, e para podermos conviver nela é muito importante que não nos separem na escola. É para isso que trabalhamos os 'Estudiantes por la inclusión' e nunca vamos desistir. Nunca.
Lutamos para tornar as escolas inclusivas e assim construir sociedades e cidades onde todas as pessoas possamos conviver, com os mesmos direitos e oportunidades.
Se nos separam desde pequenos, é impossível aprendermos a conviver.
Gostaria que na minha cidade, e em todas as cidades e lugares do mundo, pudéssemos estar, trabalhar e desfrutar todos juntos.
Quero agradecer à Cadena Ser por valorizar o nosso trabalho. Muito obrigado, de coração.
Também quero agradecer a todas as pessoas que me acompanharam no caminho:
À minha família, que está por aqui.
À minha mãe, por me apoiar e me ensinar a defender meus direitos e não deixar que os pisem.
Para Miren, minha amiga.
Para Jon, Izan e Alejandra, por serem meus amigos e me apoiarem quando eu mais precisava.
Para aqueles que dificultaram as coisas para mim e colocaram barreiras. Tenho uma mensagem para vocês: vocês me tornaram mais forte e mais ativista.
Àqueles que pensavam que eu não valia ou que eu tinha que estar separada dos meus iguais. Vocês se enganaram, não tinham razão. Vocês me ensinaram a resistir.
Para Luz e Nacho. Obrigado por acreditarem em nós. Amo vocês.
E, claro, obrigado ao meu grupo, os 'Estudiantes por la inclusión': Alberto, Malena, Darío, Antón, Martín... Não vou nomear todos porque somos muitos, somos 16. Este prêmio também é de vocês, amigos.
É uma honra muito grande receber este prêmio na minha cidade. Milhões de obrigada.
Vídeo legendado em espanhol. Programa completo, transmitido pela Cadena Ser Álava, disponível em este link.
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Indira Martínez (Vitoria), integrante do coletivo 'Estudiantes por la inclusión', recebe na sede da ONU em Nova York o prêmio Mundial da síndrome de Down.
(Indira passando batom na sua mãe, Noemi Preciado, em um ambiente natural.)
Indira Martínez: Sou Indira, tenho 17 anos e moro em Gasteiz. Sou uma pessoa que não tolera a injustiça, que segue em frente para lutar contra as injustiças. Nas escolas, há falta de amor para algumas pessoas.
(Aplausos enquanto Indira recebe o prêmio na sede da ONU)
Indira: Foi uma grande honra. Recebemos aquele prêmio por trabalharmos para que as escolas sejam inclusivas para todas as pessoas.
(Integrantes do coletivo em uma praça, diante de esculturas de vários homens de terno sob um guarda-chuva, de Ju Ming.)
Indira: É um grupo de toda a Espanha, diverso. Nós nos reunimos e, a partir disso, falamos sobre o que a escola deve ser, e vimos que ainda havia coisas a mudar. Fizemos um guia muito interessante. Para que as crianças não passem pelo que eu passei.
Minha escola é […] não tem nem salas específicas nem nada disso. Todos estão juntos, ali, aprendendo. É que é o melhor para todos.
Noemi Preciado: Nossa luta é e tem sido para que Indira permaneça dentro do sistema. A Indira foi retirada do sistema. As opções que o sistema nos dava eram opções segregadas.
Indira: O que eu sempre digo é que a convivência entre todos é possível.
(«O trabalho foi apresentado à ministra da Educação, Pilar Alegría.»)
Indira: Eu adoro estudar, sim, sim. Ativista eu já sou. E também [quiero ser] política para fazer com que as leis sejam cumpridas.
(«Indira quer se tornar política para mudar as coisas, depois de ter se sentido afastada e sozinha na escola.»)
Indira: A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência das Nações Unidas diz que as pessoas com deficiência temos direito a uma educação inclusiva.
(Vista detalhada de alguns integrantes do coletivo. Em primeiro lugar, Antón Fontao Saavedrea.)
Indira: Ainda existem leis que permitem que nos separem. Os professores não me explicavam nada. Então, claro, eu ficava entediada. Consideravam que eu deveria estar à parte. Segregada em uma sala de aula especial. Diziam que eu tinha que estar com os meus.
(«A ONU reconhece a educação inclusiva como um direito fundamental dos estudantes. A experiência de Indira e a de outros colegas é retratada no documentário 'Quererla es Crearla'.»)
Noemi: No Ensino Médio, Indira esteve na sala de aula regular porque foi 'uma teimosia minha'. Nunca foi entendido como seu legítimo direito. Ela estava lá, na aula; era uma inclusão física.
Indira: Éramos 30 e quem era a -1? Eu. Faltava eles me conhecerem. Eu não estava com meus colegas. E olha que eu tentava, viu? Mas nada, era impossível. Eu era totalmente invisível. Eu carregava um cartaz.
(«O documentário mostra a luta destes estudantes e de seus familiares por uma educação na qual todas as crianças tenham lugar.»)
Noemi: Falta humanidade. E a convicção de que, quando se segrega as pessoas por sua condição, está se violando o direito dessas pessoas e o direito dos outros. Porque se está privando-os do direito de conviver com a diversidade.
Indira: Eu estou estudando, faço formações para desempregados. Não há salas de aula específicas, lá sim me ensinam. Sou mais uma, vou feliz.
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Produções científicas
Publicações
- MOJTAR-MENDIETA, L. (2025). A Voz dos Estudantes na Construção de Identidades, Escolas e Sociedades Inclusivas. Revista Latino-Americana de Educação Inclusiva, 19(2), 187-203. https://doi.org/10.4067/S0718-73782025000200187
- MOJTAR-MENDIETA, L., RASCÓN-GÓMEZ, T., & CALDERÓN-ALMENDROS, I. (2025). Students as subjects. Resistance, youth agency, and inclusive education through participatory action research. International Journal of Qualitative Studies in Education, 1–18. https://doi.org/10.1080/09518398.2025.2454281
- MOJTAR MENDIETA, L.; FONTAO SAAVEDRA, A.; RASCÓN GÓMEZ, M.T. e CALDERÓN ALMENDROS, I. (2024). «Para que não passem pelo mesmo que nós». Educação inclusiva, luta coletiva e resiliência na vida de Antón Fontao. Em E. Vila, M.T. Rascón e M. Hijano (Coords.), Pensar e investigar a educação: desafios sociais e linhas emergentes (pp. 49-68). Octaedro. http://doi.org/10.36006/09639-0. Disponível em online.
- SOLDEVILA-PÉREZ, J.; CALDERÓN-ALMENDROS, I. & ECHEITA, G. (2022). A minha vida (escolar) é descartável: radicalizando o discurso contra as misérias do sistema escolar. Em J. Collet, M. Naranjo & J. Soldevila (Ed), Lutas globais pela educação inclusiva: lições da Espanha (pp.17-32). Springer, Suíça.
- CALDERÓN-ALMENDROS, I. & RASCÓN-GÓMEZ, M.T. (2022). Tecendo lutas pelo direito à educação: Narrativas coletivas e pessoais para a inclusão a partir do modelo social da deficiência. Pedagogia Social. Revista Interuniversitária , 41, 43-54.
- MOJTAR-MENDIETA, L. & CALDERÓN-ALMENDROS, I. (2021). Vozes silenciadas liderando mudanças escolares. Enabling Education Review, 10, 28-29.
- CALDERÓN ALMENDROS, I. & RASCÓN GÓMEZ, M.T. (2021). Retóricas, possibilidades e infâncias dilaceradas. Sobre a educação inclusiva na LOMLOE. Cuadernos de Pedagogía, 526, 74-80.
- CALDERÓN, I.; MOJTAR, L.; CABELLO, F. & COLECTIVO ‘ESTUDIANTES POR LA INCLUSIÓN’ (2021). Como tornar sua escola inclusiva. Ministério da Educação e Formação Profissional, Madrid. https://doi.org/10.4438/LADA048_2024. Disponível online.
Conferências em congressos científicos
- RASCÓN-GÓMEZ, M.T. & MOJTAR-MENDIETA, L. (2021). Educação inclusiva ou exclusiva? Um desafio para o sistema escolar espanhol. Trabalho apresentado no World Educational Research Association 2021 Focal Meeting, Santiago de Compostela, Espanha. https://hdl.handle.net/10630/23241
- CALDERÓN-ALMENDROS, I.; RASCÓN-GÓMEZ, M.T. & CABELLO-FERNÁNDEZ-DELGADO, F. (2021). Como tornar as nossas escolas mais inclusivas? O caso da Espanha. Artigo apresentado na 12ª Conferência Bienal da Comparative Education Society of Asia (CESA). Catmandu, Nepal.
- CALDERÓN-ALMENDROS, I. (2022). Involving communities in the promotion of inclusive school cultures. 1ª Conferência Internacional sobre Educação e Formação – Pensar a educação em tempos de transição, Lisboa, Portugal. https://www.icet2022.pt/en/content/abstracts/abstract-book/abstract-book.html
- RASCÓN-GÓMEZ, M.T.; CABELLO FERNÁNDEZ-DELGADO, F. & CALDERÓN-ALMENDROS, I. (2022). Narrativas emergentes e transformadoras sobre educação inclusiva através do cinema documental. Trabalho apresentado na Reunião Anual da American Educational Research Association 2022 (AERA). San Diego, EUA. https://hdl.handle.net/10630/24019
- CALDERÓN-ALMENDROS, I.; RASCÓN-GÓMEZ, M.T. & MOJTAR-MENDIETA, L. (2022). Interseccionalidade, narrativas emergentes e educação inclusiva na Espanha. Trabalho apresentado na Reunião Anual da American Educational Research Association 2022 (AERA). San Diego, EUA. https://hdl.handle.net/10630/24086
- CALDERÓN-ALMENDROS, I.; MOJTAR, L.; RASCÓN-GÓMEZ, MT.; FONTAO, A.; MARTÍNEZ-DE-ILARDULLA, I.; OSA, J.; CALDERÓN, M.; CALDERÓN, D. (2023). Estudiantes por la Inclusión. Narrativas Emergentes sobre la Escolarización Inclusiva. 2023 Reunião Anual da American Educational Research Association (AERA). Chicago, EUA.
- MOJTAR-MENDIETA, L., CALDERÓN-ALMENDROS, I. & RASCÓN-GÓMEZ, M.T. (2023). Students as subjects. Resistance and collective resilience to challenge barriers to inclusion. Artigo apresentado na Reunião Anual da American Educational Research Association 2023 (AERA), Chicago, EUA. https://hdl.handle.net/10630/27300
- MOJTAR-MENDIETA, L., CALDERÓN-ALMENDROS, I. & RASCÓN-GÓMEZ, M.T. (2024). Da opressão ao ativismo. Voz estudantil e mudança social. Trabalho apresentado na Conferência da British Educational Research Association (BERA) 2024 e Reunião Focal da World Educational Research Association (WERA). Manchester, Reino Unido.
Prêmios e reconhecimentos
- Prêmio ‘Youth Teams in Education Research’ (2023), concedido pela American Educational Research Association (Associação Americana de Educação Inclusiva) à Equipe de Pesquisa de Estudantes do Ensino Médio ‘Students for Inclusion’.
- Prêmio ‘World Down Syndrome’ (2023), concedido por Down Syndrome International a ‘Estudiantes por la Inclusión’.
- Prêmio Cidade de Málaga de Educação (2024), concedido pelo Prefeitura de Málagaa Malena e Darío Calderón Cano em representação do coletivo ‘Estudiantes por la Inclusión’.
