Ao longo dos anos, houve momentos de diagnóstico participativo da realidade educativa em que um grande número de pessoas se reúne para construir narrativas comuns voltadas para a transformação de ideários coletivos. Essas narrativas foram construídas coletivamente em eventos bienais baseados no diálogo de um numeroso grupo de pessoas. Neles foram desenvolvidas análises de partida –ou a avaliação dos resultados do que foi construído até o momento– para o início de diferentes ciclos de Investigação-Ação Participativa (IAP). Esses ciclos constituem um guarda-chuva para outros processos de IAP menores, locais, setoriais, etc. e são o momento ideal para organizar todo o trabalho gerado e desenhar as novas linhas de ação.
